Intitulado de ‘Messi vs Neymar – A Grande Diferença’, circula na internet um clipe com lances intercalados dos dois craques, o argentino enfrentando a marcação sem cair, e o brasileiro indo ao chão diante do assédio dos marcadores. Assista
Jogadores do Timão aderem à onda da internet e produzem o próprio vídeo no vestiário
Os jogadores do Corinthians entraram na onda que tomou a internet nas últimas semanas e gravaram o próprio vídeo no vestiário. Os atletas - principalmente Emerson Sheik - perderam a linha e se soltaram na dança "Do The Harlem Shake". Veja!
A cena é comum: alguém entra no elevador e diz: “que calor, né?”. Em dias de temperatura elevada e de recordes de calor, comentar sobre o tempo quentíssimo é normal. Mas um dado surpreendente desponta de um levantamento do Núcleo de Pesquisas da América Latina (Nupal). Falar sobre o calor não diminui o calor. “As pessoas falam como se adiantasse alguma coisa, mas simplesmente não adianta”, disse o diretor do Nupal, Anderson Meireles.
Especialistas dizem que o melhor é simplesmente não falar nada. “Ficar quieto é a melhor opção. As pessoas deviam tentar se comunicar por pensamento nessa época do ano”, aconselha. De acordo com o técnico, quando as chuvas chegarem o assunto normalmente mudará. “Eles passarão a dizer: que chuva, hein”, diz.
A maior paixão do brasileiro e o esporte que mais cresce no país têm andado lado a lado nos últimos anos.
Confira para quais times torcem algumas feras do MMA:
O campeão peso médio e um dos melhores lutadores da história do UFC, Anderson Silva, é patrocinado pelo seu time do coração, o Corinthians, desde 2011 e, em 2012, pôde comemorar a conquista do Mundial pelo seu clube.
Conhecido por sua fama de falastrão e provocador, o americano Chael Sonnen adotou o Palmeiras como time do coração antes do duelo contra Anderson Silva, que é torcedor do rival Corinthians. (Foto: Divulgação/Internet)
Sob influência do técnido Fabio Pateta, o peso pena do UFC, Chad Mendes escolheu o Vasco da Gama para torcer. E disse que adoraria ser patrocinado pelo clube carioca. (Foto: Divulgação/Internet)
Demian Maia, lutador meio-médio do UFC, torce para o São Paulo. Em visita ao CT do clube na Barra Funda, Demian aproveitou para tirar foto com o jogador Luis Fabiano. (Foto: Divulgação/Internet)
Erick Silva, apesar de ser capixaba, é torcedor do Botafogo. E a promessa brasileira no MMA já passou esse amor pelo alvinegro ao filho. (Foto: Reprodução/Twitter)
Desde 2011, Thiago Tavares é oficialmente atleta do seu time de coração, o Avaí. O contrato do peso leve do UFC com o clube
Outro americano que adotou o Vasco como time do coração foi o campeão Jon Jones. Em sua primeira passagem pelo Rio de Janeiro, o peso pesado posou para foto com a camisa do cruz-maltino. (Foto: Reprodução/ Twitter)
Além do MMA, Fabricio Werdum possui outra paixão: o Grêmio. O lutador já tentou conseguir o patrocínio do clube algumas vezes, mas em nenhuma delas o acordo foi fechado. (Foto: LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA)
Autor do nocaute do ano em 2012, Edson Barboza é torcedor declarado do alvinegro carioca. Por conta disso, os torcedores do Botafogo fizeram uma bandeira homenageando o lutador. (Foto: Reprodução/Twitter)
Campeão peso pena do Ultimate, José Aldo é torcerdor fanático do Flamengo e fez questão de comemorar algumas de suas vitórias com a bandeira do clube. Aldo era patrocinado pelo rubro-negro até o início de 2013.
Outro lutador do Ultimate que é patrocinado pelo seu time do coração é o paraense Lyoto Machida. Em 2012, Machida acertou o contrato com o Paysandu. (Foto: Divulgação/Máquina do Esporte)
Fanático por futebol, o meio pesado Mauricio Shogun é torcedor do Coritiba. Nascido na capital paranaense, Shogun faz questão de declarar todo seu amor pelo Coxa. (Foto: Divulgação/Internet)
Desde 2011, Thiago Tavares é oficialmente atleta do seu time de coração, o Avaí. O contrato do peso leve do UFC com o clube vai até o final de 2013.
Os irmãos Rodrigo Minotauro e Rogério Minotouro torcem pelo cruz-maltino carioca desde crianças. Na foto, Minotouro posa ao lado do ídolo do Vasco, Roberto Dinamite. (Foto: Reprodução/Facebook)
Apesar de já ter sido patrocinado pelo rival Vasco, Vitor Belfort é torcedor do Flamengo. Em visita ao clube em 2011, Belfort fez questão de tietar o maior ídolo rubro-negro, Zico. (Foto: Alexandre Vidal/Fla Imagem)
Praticantes: 200 Mortos a cada mil – 5
Mover-se sobre as asas de um avião durante o voo. Variações incluem plantar bananeira, pendurar-se pelos dentes, passar a outro avião (ou carro, barco, trem) e saltos em que se abre o paraquedas no último instante possível.
2. Big Wave Surf
Praticantes: 1 000 Mortos a cada mil – 3
Modalidade de surf em que um surfista é rebocado ou pula de helicóptero no meio do oceano, onde se formam ondas gigantes, de 6 a 15 metros. O risco de afogamento é alto e as chances de um salvamento acontecer são menores nessas condições.
3. Free Style Motocross
Praticantes: 6 mil Mortos a cada mil – 1,8
Torneio de saltos ornamentais nos quais motoqueiros fazem manobras para um júri. Essas acrobacias podem ocasionar quedas e inúmeras lesões e fraturas.
4. Street Luge
Praticantes: 1 200 Mortos a cada mil – 1,7
Corrida ladeira abaixo em um skate gigante, como os conhecidos carrinhos de rolimã. O piloto, deitado de costas (padrão) ou de bruços (avançado), se inclina para controlar velocidade e direção. Esse esporte foi inventado na década de 70 pelos californianos. Naquela época, o trânsito nas cidades não era tão intenso quanto é hoje. Apesar de todos os equipamentos de segurança, nada garante que um caminhão ou carro possa atingir esses esportistas quando eles estiverem fazendo manobras nas rodovias.
5. Heli-Skiing
Praticantes: 7 Mortos a cada mil – 0,85
Um helicóptero leva o esquiador até o topo inacessível de uma montanha. Sem pista, sem sinalização e sem conhecer o terreno, ele deve descer esquiando, o que pode trazer inúmeras surpresas e choques incríveis em rochas e árvores.
6. Base Jump
Praticantes: 12 mil Mortos a cada mil – 0,83
Consiste em saltar de um ponto estático muito alto – prédios, antenas, pontes ou montanhas – usando apenas um paraquedas. O impulso para o salto pode ser tão fraco que o praticante fique a uma distância muito pequena do ponto de onde pulou, chocando-se nessas estruturas. E pode não dar tempo de abrir o paraquedas a tempo por causa da baixa altura do salto.
7. Sky Surfing
Praticantes: 10 mil Mortos a cada mil – 0,5
Igual ao paraquedismo, é praticado com uma prancha menor que a de surf presa aos pés, realizando acrobacias arrojadas. O perigo está em não conseguir ficar sobre a prancha. Virado de cabeça para baixo, ele começa a rodopiar a uma velocidade que pode chegar a 200 km/h. O esportista perde a consciência e não consegue soltar os pés da prancha e nem abrir o paraquedas.
8. Tourada
Praticantes: 12 mil Mortos a cada mil – 0,25
Um touro pesa cerca de 850 quilos e levar uma pisada dele na cabeça pode ser fatal, sem falar nos chifres que podem perfurar vasos e veias e fazer sangrar até a morte.
9. Paraquedismo
Praticantes: 1 milhão Mortos a cada mil – 0,12
Salta-se de um avião e depois de um pequeno intervalo de tempo em queda livre, abre-se o paraquedas. É sempre recomendado que o salto seja feito com dois paraquedas. Uma em cada 8 mil vezes pode acontecer de nenhum dos dois paraquedas abrir.
10. Rafting
Praticantes: 2 milhões Mortos a cada mil – 0,001
Passatempo comum em toda cidade que tem corredeiras, trata-se de descer um rio em bote. O esporte fica ainda mais divertido quando envolve a família e os amigos. Os instrutores experiente e os equipamentos de segurança são imprescindíveis, principalmente o capacete. O bote pode se chocar contra rochas em alta velocidade.
A péssima campanha do Palmeiras no campeonato brasileiro teve um curioso efeito colateral. O ator Marcos Palmeira anunciou que vai mudar de nome. Marcos provavelmente vai se chamar Marcos Fluminense. “Ainda estou pensando, porque o Fluminense já foi rebaixado também e dá o maior trabalho tirar identidade, CPF, tudo de novo. Talvez eu saia da Seara do futebol e escolha um nome simples, como Silva”, disse ele.
O ator disse que já está com o processo pronto e vai dar entrada na próxima segunda.
Cientistas japoneses (não se sabe para que) ajudaram uma empresa especializada em vasos sanitários a elaborar um produto diferente: ele defende cobranças de pênalti de até 160 km/h. O vídeo que apresenta o produto não é menos esquisito, mostrando um jogador tentando fazer um gol e sendo impedido pelo vaso de todas as formas. Através de um sistema de câmeras e sensores, o vaso detecta a direção da bola e arremessa um projétil que se choca com a bola e a afasta do gol.
A Revista Veja divulgou na noite deste sábado a imagem do que seria o mascote da Copa do Mundo de 2014 no Brasil: um tatu-bola. Na foto, o personagem de olhos verdes veste camisa do Brasil segura uma bola de futebol. Segundo a publicação, o mascote será lançado oficialmente em setembro.
Assim como foi feito com a bola da Copa, o nome do tatu-bola será escolhido através de votação pela internet. Neste domingo, a Fifa anunciou em parceira com a Adidas que o nome da bola da Copa do Mundo de 2014 será Brazuca – opção que foi mais votada do que Bossa Nova e Carnavalesca.
“FDP” é a sigla da expressão “carinhosa” com a qual o torcedor de futebol chama o árbitro do jogo quando seu time está perdendo. A série acompanha a vida de Juarez Gomes da Silva (Eucir de Souza), um árbitro cujo maior sonho é apitar um jogo da Copa do Mundo. Na busca por seu onjetivo, ele consegue ser escolhido para atuar em um dos jogos da taça Libertadores da América.
A primeira temporada tem treze episódios e previsão de estreia para o dia 28 de agosto. Confira o primeiro trailer:
O jogo de futebol mais popular do Brasil começou o seu reinado na década de 90, quando ainda se chamava International Superstar Soccer. Os anos se passaram, a franquia evoluiu, mudou de nome e hoje ainda continua sendo a preferida do público nacional.
A evolução da franquia Pro Evolution Soccer (Foto: Reprodução)
Entretanto, a série não ficou popular apenas por apresentar boa jogabilidade, belos gráficos etc, mas por contar com algumas curiosidade que marcaram a sua trajetória.O TechTudo listou algumas delas, confira:
1 - O gol gigante
Na época em que International Superstar Soccer chegou ao SNES, nenhum jogo de futebol contava com um gol tão grande. Os jogos da época, como FIFA, Super Copa e Super Kick Off contavam com balizas consideravelmente pequenas..
O gol gigante de ISSS (Foto: Reprodução)
Mas se enganou quem achava que isso facilitava, pelo contrário, os goleiros tinham uma incrível agilidade e um salto de dar inveja a Maurren Maggi e João do Pulo. Isso sem contar com aqueles jogadores que insistiam em jogar com a mira descalibrada.
2 - Juiz, seu... cachorro!
Cão juíz (Foto: Reprodução)
International Supertar Soccer sempre foi conhecido pela pitada de humor. O mais popular é o comando em que você transformava o juiz em um cachorro. Era curioso de se ver o animalzinho correndo de um lado para o outro e apitando as faltas, e sem falar do quanto desconcentrava a cena.
Porém, ao longo da franquia, a Konami deixou essas "bizarrices" de lado. A única coisa que ainda prevalece é a possibilidade de personalizar seus jogadores com os mais exóticos penteados e o modo big head presente em algumas versões de PES.
3 - O craque Allejo
Allejo (Foto: Reprodução)
Quando International Superstar Soccer chegou ao mercado, a Konami não possuía licença para colocar o nome dos jogadores. Com isso criou-se uma verdadeira seleção nacional de atletas genéricos, e entre eles estava o folclórico Allejo.
Na época, o jogador era o mais habilidoso do game, por isso a sua fama dura até hoje. Não se sabe ao certo se Allejo era uma versão genérica de Romário ou Ronaldo Fenômeno.
4 - Gol de macete
Assim como muitos jogos, a franquia da Konami quase sempre contava com uns macetinhos durante as partidas. Os mais populares eram em relação a gols premeditados. Nas primeiras versões do jogo, chutar do círculo central ou bater um escanteio em uma cobrança fechada era gol certo. Nos títulos para PSOne, um chute da entrada da área também tinha um destino certo.
Já nas versões de PS2, a coisa ficou mais escassa,mas ainda existiam métodos de manipular os resultados. O mais popular era chutar a bola para a lateral da defesa adversária e esperar que o goleiro saísse para o tradicional chutão para frente, nesse momento, bastava um jogador com uma pontaria mediana devolver a bola para o gol vazio.
5 - "Chultou!!!"
Jon Kabira (Foto: Divulgação)
As primeiras versões de Winning Eleven contavam com a locução japonesa do narrador Jon Kabira. E se nós brasileiros não entendíamos quase nada do que ele dizia, pelo menos nos divertíamos com a emoção que o amigo nipônico enfatizava durante os jogos.
Dentre as frases marcantes, a mais popular era o arremate ao gol ao som se "chultou...!!"
O som oco do gol também era imitado por jogadores para satirizar os seus adversários e, assim como o famoso "EA Sports It's in the game" do rival FIFA, Winning Eleven também tinha uma voz padrão que anunciava o jogo antes do menu principal.
6 - J-league e seus clubes nipônicos
Quando Winning Eleven chegou ao PS One, o jogo se popularizou rapidamente. E um dos primeiro títulos lançados era intitulado de J-League, ou seja, a liga japonesa de futebol. Até então, apenas o Kashima Antlers era popular no país, isso porque o ex-craque do Flamengo terminou a sua carreira por lá.
Clubes japoneses da J-League (Foto: Reprodução)
Mesmo assim os clubes não conseguiram cair na boca do povo por um fato curioso: como o jogo era totalmente em japonês, poucos conseguiam identificar os clubes. Com isso, apenas os símbolos e uniformes serviam de referência para lembrarmos as características de cada um.
7 - Bandeirão
Bandeirão em WE
(Foto: Reprodução)
A Konami sempre procurou ter um cuidado maior com os elementos externos da franquia PES, como estádios e torcidas. E tamanha foi a preocupação que a empresa tentou reproduzir o calor das arquibancadas no jogo, com direito a cantos, gritos e até bandeiras.
E essas por sua vez roubam a cena. Isso porque algumas delas ficavam posicionadas atrás dos gols e, dependendo a visão da câmera, a sensação era a de que o goleiros e os jogadores dentro da área seriam atingidos pelo bambu de sustentação a qualquer momento. Um efeito bonito, mas bem assustador.
8 - Jogadores que ficaram famosos pelo modo Master League
Para quem não sabe, o modo Master League consiste em gerenciar seu time. Quando surgiu nas primeiras versões de PES para o PS One, o jogo limitava-se a compra e venda de jogadores. E muitas das vezes era preciso pesquisar na hora de adquirir um jogador bom e barato. Com isso, muitos atletas criaram uma certa popularidade diante dessa procura.
Shevchenko em WE 8 (Foto: Duelos Online)
Jogadores como Taribo West e Andriy Shevchenko eram até então desconhecidos do público brasileiro até que suas fichas técnicas revelaram grandes craques. Outros jogadores também ganharam popularidade na época, mas seus nomes já foram esquecidos ao longo do tempo.
9 - Brasil jogando de... verde?!
Camisa verde do Brasil (Foto: Reprodução)
As licenças sempre foram as grandes inimigas da franquia da Konami. Além dos atletas, os uniformes e clubes também sofrem com esses problemas. Entretanto, pior do que escolher o Manchester United chamado de Man Red, é ter que aturar uma camisa verde e branca como uniforme padrão da nossa seleção brasileira.
Para os mais patriotas, tamanha era a frustração de ver a sua seleção entrando em campo sem a tradicional camisa canarinha. Mas isso era compensado na hora de encarar nossos adversários argentinos e seu uniforme amarelo! Será que eles gostaram disso?
10 - Bomba Patch
Infelizmente, o Brasil sempre contou com a pirataria em alguns consoles, principalmente os PCs e PS2. Com isso, versões genéricas foram desenvolvidas ilegalmente e a mais popular delas foi o chamado Bomba Patch. O jogo contava com clubes nacionais atualizados e alguns continham até menus totalmente em português.
Além disso, os jogos contavam com algumas curiosidades. Entre elas as locuções de narradores famosos como Cleber Machado e Galvão Bueno. Outro ponto curioso eram as propagandas no jogo. Isso mesmo, o jogo contava com placas publicitárias e até anúncios durante as partidas.